O percurso entre Covas do Rio, São Macário, Aldeia da Pena e volta a Covas do Rio pelo "caminho do morto que matou o vivo" é deslumbrante. Contudo tem alguns troços em alcatrão que poderão não agradar aos mais puristas.
Iniciamos em Covas do Rio por ser o local mais baixo do percurso e assim podermos vencer mais facilmente os mais de 600 metros de diferença de cota atá ao alto de S. Macário, logo no início, deixando as descidas para o final do percurso.
Um olhar em frente, mostra-nos o vale cavado da ribeiro por onde havemos de regressar.
Os primeiros Km são a subir e por alcatrão mas com paisagens deslumbrantes.
Numa curva da estrada, avistamos o vale e a Aldeia da Pena lá ao fundo.
Depois de cerca de 4 Km de alcatrão, um estradão conduz-nos em direção de São Macário.
Olhando para trás, vemos um bonito arco-íris.
Lá em baixo e lá ao longe, Covas do Rio de onde partimos, justifica já algum cansaço que sentimos pela subida continuada.
E enfim, chegamos ao alto de São Macário, com a respetiva capela e a torre de comunicações.
Era hora de retemperar o estômago e o interior do muro que cerca a Capela foi o sítio abrigado ideal.
O problema foi à saída que sentimos um vento forte e gelado a trazer a temperatura para baixo de zero.
A paisagem é magnífica, mas o frio empurrou-nos rapidamente dali para fora.
Um pouco mais abaixo, um alto relevo em xisto, alertava-nos para o local onde viveu o eremita São Macário e onde existe uma capela junto da gruta que lhe deu guarita.
A capela de São Macário.
A entrada da Gruta.
Interior da Gruta com uma imagem do santo.
A magnífica paisagem ao lado.
A Capela de São Macário.
Um pouco mais abaixo um parque de merendas.
Iniciamos depois a descida para a Aldeia da Pena e é mais um troço de uns Kms em alcatrão. A paisagem contudo é fantástica, com a pequena aldeia encaixada entre fragas altíssimas que lhe tampam o sol até meio da manhã e lho roubam a partir do meio da tarde.
Á entrada da aldeia um cartaz numa árvore morta faz publicidade a um restaurante que dá alguma vida à Aldeia.
Aldeia da Pena, com casas de xisto cobertas de lousa. Muitas têm já marcas de 2ª habitação de quem vem de fora saborear o encanto daquele local.
É...vale a pena ir à Pena...
A pequena igreja da Aldeia.
A entrada do restaurante e a lembrança de outro percurso ( Pena, Covas do Rio, Covas do Monte, Pena, feito em boa companhia com direito a petisco naquele local).
À saída da Aldeia, a placa que lembra que vamos entrar no caminho "do morto que matou o vivo", história já bastante conhecida. Quem o percorre, descobre que facilmente aconteceria o ocorrência que é descrita na história.
A Aldeia da Pena a ficar já ao longe.
E aproximamo-nos da junção das fragas que marca a passagem desnivelada e estreita e muito perigosa deste caminho.
É a partir deste gargalo que a coisa anima.
A cascata da Ribeira está exuberante nesta altura.
Parece que a adrenalina da descida com grande pendente e em cima de cascalho já acabou, mas não é verdade, ainda há mais para a frente
Trecho bonito feito ao lado da Ribeira.
Lá ao fundo e com sol, já se distingue, Covas do Rio.
Nova ponte
E lá chegamos a Covas do Rio.
Depois já de carro a caminho de casa fomos ainda surpreendidos com um enorme arco-íris.
Mapa do Percurso














